Branding e identidade visual
Posicionamento, naming, logos, brand books e sistemas visuais.

Publicitário · Diretor de arte · Web designer
Do posicionamento à entrega: identidade de marca, campanhas, conteúdo, tráfego pago e criação de sites.

Arthur Marinho é publicitário e diretor de arte em Vila Velha/ES, com mais de 15 anos de experiência. Atua como agência solo, unindo estratégia, identidade visual, redação, social media e criação de sites.
Você fala direto com quem pensa e executa. Em saúde e outros mercados regulados, cada projeto já nasce considerando linguagem técnica, compliance e os limites da publicidade.
Algumas marcas que criei
Estratégia, criação e execução reunidas no mesmo projeto.
Posicionamento, naming, logos, brand books e sistemas visuais.
Planejamento, redação e direção de arte para feeds, stories e carrosséis.
Conceitos, campanhas, roteiros, apresentações e materiais comerciais.
Web design responsivo em WordPress/Divi e projetos sob medida.
Campanhas de busca e display planejadas para atrair o público certo.
Comunicação para médicos, clínicas e empresas de saúde dentro das regras do setor.
Produção criativa dirigida, integrada a marcas, campanhas e conteúdo.
Estratégia e execução para saúde, tecnologia, serviços, eventos e marcas de nicho.
Boa parte desse trabalho acontece sob regras de publicidade: ANVISA, CFM e as normas de cada setor. Tratar compliance desde o briefing, e não na revisão, é o que mantém a ideia de pé sem virar retrabalho.
Entender
Definir
Criar
Entregar
Sempre por uma conversa inicial, sem compromisso. Nela eu entendo o cenário, o público e o que precisa acontecer; você entende como eu trabalho e qual a faixa de investimento.
Só depois disso vai uma proposta com escopo, prazo e valor fechados. Nada começa antes de os dois lados concordarem com o que está escrito.
Depende do escopo, e por isso não trabalho com tabela fixa. Uma identidade para uma clínica que está abrindo e o redesenho de uma marca de dispositivos médicos com linha de produtos não são o mesmo trabalho, mesmo que os dois se chamem identidade visual.
O que muda o preço é a profundidade: quantidade de aplicações, se há naming, se o manual de marca precisa cobrir embalagem, ambiente ou material técnico. Na conversa inicial eu já indico a faixa, para você decidir cedo se faz sentido.
Agência faz sentido quando o volume é grande e constante, e você precisa de várias frentes rodando ao mesmo tempo com gente dedicada a cada uma.
Um profissional sênior faz sentido quando o que falta é critério, não braço. Aqui você fala direto com quem executa: o briefing não é repassado, e o projeto não muda de mãos depois da reunião de apresentação. Menos intermediários costuma significar menos ruído entre o que foi combinado e o que é entregue.
Varia com o escopo, mas o que mais mexe no prazo raramente é a produção: é o tempo de aprovação e a chegada de conteúdo do seu lado, como fotos, textos técnicos e dados de produto.
Por isso, no início do projeto eu combino os pontos de aprovação junto com as entregas. Prazo realista definido no começo evita a conversa desconfortável no fim.
Sim, e é assim que a maior parte dos projetos acontece. O trabalho é conduzido a distância, com reuniões por vídeo e material centralizado, o que funciona bem tanto para quem está em outra capital quanto para quem está fora do país.
Sim. Planejamento, redação e direção de arte consideram a Resolução CFM nº 2.336/2023 e o Manual de Publicidade Médica desde o briefing.
Como as normas podem receber atualizações e novos entendimentos da Codame, cada projeto é conferido nas fontes oficiais antes da publicação. Marketing médico é permitido e regulado; o ponto central é comunicar com precisão, responsabilidade e contexto.
Não. Se posicionamento e público já estão claros, começamos direto pela execução e o projeto anda mais rápido.
Se ainda não estão, essa definição faz parte do trabalho. Boa parte dos projetos começa exatamente aí, e pular essa etapa costuma sair mais caro do que enfrentá-la.
Tem um projeto em mente?